O nosso cliente também se senta ao volante
Em 2016, “como ser motorista Uber em Portugal” foi das expressões mais pesquisadas no Google. Um orgulho, mas sobretudo uma grande responsabilidade para que as pessoas continuem a querer fazer parte desta viagem.
Em 2016 ajudámos a criar uma oportunidade para o Fernando que, aos 63 anos, queria preencher o seu tempo e ter acesso a uma nova fonte de rendimento. Para o Alberto que, aos 43 anos, já tinha dificuldades em encontrar trabalho depois de perder o seu emprego na crise. Para o João que, aos 35 anos e com um bebé a caminho, não quis aceitar o subsídio de desemprego como destino.
Mas também ouvimos as histórias da Cândida, do Francisco e do António que, nas páginas do Observador, explicaram a sua desilusão com a Uber, e com os fracos rendimentos que têm recebido de empresas parceiras com as quais trabalham enquanto motoristas.
O crescimento acelerado, como o que tivemos em 2016, tem ciclos. E os ciclos podem levar a desequilíbrios temporários: se na primeira metade do ano não existiam motoristas suficientes nas ruas de Lisboa para responder à procura dos utilizadores, nos últimos meses a chegada de novos motoristas que procuravam na Uber uma nova oportunidade económica foi tão grande que, por vezes, superou mesmo o aumento da procura.
Mas queremos fazer mais. A Uber existe para os seus clientes, e tanto são nossos clientes os passageiros, como são os motoristas. E é porque nós cuidamos dos nossos clientes que experiências como a da Cândida, não sendo a regra, devem merecer toda a nossa atenção. Cada vez mais, vamos estar atentos, e vamos criar todos as condições para que os motoristas tenham um melhor e mais justo tratamento possível.
Para tomar as decisões certas, temos de começar pelo princípio e pelo mais importante: ouvir. É por isso que, ao longo dos últimos meses, abrimos um espaço físico onde recebemos e falamos diariamente com parceiros e motoristas. É por isso que pedimos a todos os parceiros e motoristas que avaliem periodicamente o grau de satisfação com o serviço que lhes prestamos. E é por isso que pedimos recentemente a uma Universidade portuguesa que lançasse um inquérito a todos os parceiros e motoristas – para perceber como veem a Uber, e o que podemos fazer para melhorar.
Com base neste primeiro passo – ouvir os motoristas – vamos encontrar as formas certas de melhorar. Vamos procurar tornar a Uber numa oportunidade económica ainda mais importante e estável para quem conduz. E vamos ajudar a que pessoas como a Cândida, o Francisco e o António tenham acesso a uma opção melhor – quer trabalhando para parceiros com estruturas remuneratórias mais adequadas, quer tornando-se eles próprios parceiros da Uber e criando o seu próprio emprego.
Depois, estaremos empenhados em apoiar os motoristas numa transição para um quadro regulatório moderno e inclusivo de novas tecnologias que entrará em breve em vigor. Essa legislação, espera-se, trará maior clareza a todos aqueles que querem conduzir ligados à plataforma da Uber – sejam eles diretamente parceiros ou trabalhem para empresas parceiras – e será fundamental nos passos que iremos dar.
A Uber foi criada para ligar pessoas que se querem deslocar àqueles que as querem transportar. Não há motoristas sem passageiros, nem passageiros sem motoristas – e em 2017 os motoristas serão ainda mais a nossa prioridade.
Ser uma empresa disruptiva implica tomar muitas decisões rapidamente e, por vezes, nem sempre as mais acertadas. Mas o que diferencia as empresas é a frontalidade com que aceitam os erros e trabalham para melhorar. E nós queremos melhorar. Queremos que todos os motoristas digam – com a mesma convicção com que dizem os nossos utilizadores – que querem a Uber em Portugal.
Rui Bento
Diretor-geral, Uber Portugal
Texto originalmente publicado no Observador, a 5 de janeiro de 2016.
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